sexta-feira, 3 de setembro de 2010

***TSE

segunda-feira, 24 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Entrevista/ Fred Linhares

Filho de um dos maiores radialistas do Brasil, Sílvio Linhares, o jornalista brasiliense Fred Linhares, editor do Jornal Na Polícia e Nas Ruas -especialista em matérias policiais-, e apresentador do programa de rádio com o mesmo nome, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, de 6h30h as 7h30h na Rádio Atividade, concedeu entrevista exclusiva ao acadêmico do 4º semestre do curso de Comunicação Social/jornalismo da Faculdade JK/Anhanguera, Alberto Pessoa. O jornalista falou sobre ética no jornalismo e também da dinâmica de trabalho de sua equipe no jornal e no programa de rádio. Fred Linhares diz que a profissão de jornalista é árdua, mas que vale a pena exercê-la. Ele revela ainda que antes mesmo de concluir o curso de jornalismo já trabalhava na editoria do jornal na Polícia e nas Ruas.

Alberto Pessoa - Antes de concluir o curso de jornalismo você já atuava nesta área?

Fred Linhares – Já atuava sim. Desde pequeno tinha admiração pelo trabalho do meu pai que me levava para acompanhá-lo em sua rotina de trabalho como jornalista. Inclusive, o Jornal na Polícia e nas Ruas foi uma idéia que nasceu no laboratório da faculdade, cuja idéia foi colocada profissionalmente e hoje o JNPR é um dos mais lidos do Distrito Federal. Antes mesmo de concluir o curso, eu já trabalhava na editoria do jornal na Polícia e nas Ruas.

Alberto Pessoa - Você acha antiético a linha editorial do NPNR?

Fred Linhares – Eu acho que não. Cada um procura fazer o que se propõe a fazer e o que acha correto fazer. Alguém tem que divulgar as ocorrências policiais e os índices de violência na cidade e estas pessoas somos nós, pois nenhum outro jornal comercial divulga esses eventos do nosso dia-a-dia, publicando as fotos dos envolvidos. Muita gente só tem a imagem positiva de Brasília e não conhece o lado da violência urbana do DF e nós mostramos esse lado violento de Brasília. Nós damos a notícia, não fazemos a notícia e alguém precisa informar a população sobre esses fatos.

Alberto Pessoa - Particularmente você acha que há alguma forma de agressão nas publicações das fotos no NPNR?

Fred Linhares Acho que não. Até mesmo as fotos apresentadas na capa do jornal, foram agendadas de forma que nenhum leitor não possa achá-las pesadas. Por isso não acho antiético, o jornal está lá para ser comprado, compra e ver quem quer.

Alberto Pessoa - E o Programa NPNR, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, de 6h30h as 7h30h tem o lado social?

Fred Linhares – A melhor parte deste programa é justamente o trabalho social que fazemos em parceria com empresários, comerciantes e o ouvinte. Em média, vinte pessoas em são atendidas pelo programa com os mais variados tipos de necessidade. Nós não nos sentiríamos bem se apenas divulgássemos as notícias violentas, por isso essa assistência voluntária proporciona muita satisfação para todos nós que fazemos o programa. Quem acompanha sabe quanto nos dedicamos para suprir pelo menos um pouco da carência daqueles que mais precisam e nos procuram. Além disso, cobramos providências do poder público e dos órgãos responsáveis pela a manutenção da cidadania da coletividade. Primeiro o programa de rádio, o qual meu pai já o faz há mais de trinta anos em Brasília.

Alberto Pessoa – Você teria alguma sugestão profissional para os formandos em Comunicação Social?

Fred Linhares – Tem muita gente que pára antes mesmo de concluir o curso, alegando que o mercado recebe muitos profissionais a cada semestre. Eu acho que o diploma é um mero papel. O que vale mesmo é o conhecimento que adquirir na faculdade e nas ruas. O jornalista tem que ir para o campo. Não adianta ficar parado que não vai conseguir ganhar razoavelmente. O piso salarial de um jornalista é baixo e um só emprego para um jornalista é pouco. Porém lhe confesso que vale a pena, esta é uma profissão apaixonante, quem entrar certamente nunca mais vai sair.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Doutores da Alegria

Criada em 1991 para levar uma nova proposta terapêutica a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais de saúde através da arte do palhaço, os Doutores da Alegria, formado por médicos faz milhares de visitas a hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

De acordo com o grupo, esta forma de expressão é usada para o enriquecimento da experiência humana.

Crianças como traumas como perda de controle sobre corpo e a vida, atitudes negativas em reação às doenças e recuperação.Estudiosos e críticos sobre o assunto vêem com o otimismo a iniciativa.

A médica Morgana Masetti, que participa do projeto apresenta em sua visão sobre a qualidades das relações estabelecidas no ambiente hospitalar, ressalta questões referentes à técnicas, a hierarquização, ao distanciamento das relações e a mercantilização da medicina. Ela aponta caminhos possíveis para o relacionamento de qualidade com os pacientes hospitalizados, tomando como referência a cumplicidade estabelecida entre palhaços e crianças. “Ao falar da arte praticada pelos palhaços nos hospitais, revela como ela contribui para a quebra de barreiras e preconceitos, como estabelece encontros e parcerias, ao introduzir entre pacientes e profissionais uma ética que considera a alegria como um poderoso instrumento a ser empregado na reconquista de uma vida saudável”, garante Morgana.

A iniciativa desses profissionais médicos em levar terapia a crianças e pacientes internados em hospitais, alguns, portadores de doenças crônicas ou em tratamento ambulatorial permanente é sem dúvida uma alternativa digna de reconhecimento. Não só pelos resultados físicos e psíquicos garantidos e comprovados, mas também pela satisfação pessoal externada por estes profissionais da alegria.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Inclusão Digital

Apesar de o Brasil ser um dos paises da América do Sul com grande avanço da revolução digital, a população brasileira como um todo ainda deve permanecer trilhando na busca deste importante conhecimento, principalmente no mundo globalizado.
O acesso às modernas tecnologias, chega mais facilmente na porta de privilegiados economicamente, com isso a maioria dos brasileiros que é composta de pessoas com baixa renda, carentes de políticas como: educação, saúde, saneameno.. continua à margem deste processo..
A acentuada desigualdade social também contribui para a empaque na popularização digital..
O desenvolvimento regional, onde no nordeste, por exemplo, as mudanças custam muito a chegar e o desenvolvimento caminha a passos lentos a inclusão digital está distante. “Para quê eu quero emal? pergunta um advogado de uma cidade do nordeste, demonstrando pouca importância sobre assunto.
“O Estado sinaliza na questão digital com inclusão de programas nas escolas, no entanto, o conjunto de indicadores sociais agregado ao sistema precisa evoluir para que possamos aderir efetivamente a evolução tecnológica entre estas a informática”, diz a Maria de Lourdes Machado, pedagoga, da rede pública e particular de ensino.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Jornalismo especializado na sociedade de informação

Um mundo globalizado e avanço da ciência e da tecnologia, culminando
também com advento da rede mundial de computadores, internet,
proporcionou um aumento significante no volume de informações
disponibilizado à população - apesar ainda da grande exclusão digital,
A internet, com capacidade de expandir informações rápidas, em tempo
real, proporcionou também aos que produzem informação o aproveitamento
de seus recursos na busca de um novo público alvo. Atende aos
propósitos dos conglomerados que buscam um diferencial através da
mídia, aumentando com isso as opções do receptor.
Neste contexto, abre-se uma perspectiva para uma reflexão na formação
do jornalista que poderá se aprofundar cada vez mais em sua temática
escolhida ou especialização. Isso o indica uma melhor hierarquização
das pautas a serem publicadas e aprofundamento nas matérias
jornalísticas.

A superioridade econômica no contexto globalizado, deixa a área de
comunicação bastante segmentada, fazendo com que as estratégias das
grandes corporações econômicas busquem um público diferenciado. A
mídia se apresenta em vários segmentos e especializações : revista,
jornais, TV a cabo entre outros, além das diversidades. Segundo a
autora o desenvolvimento do jornalismo especializado está relacionado
à lógica econômica e na segmentação da audiência mediática. Onde uma
sociedade dividida em nichos absorve o jornalismo especializado
facilmente, com seu papel definido e direcionado. Agregando indivíduos
e culturas diversas.

Estes novos parâmetros tem provocado mudanças no capo do jornalismo,
bem como na função de jornalista,
Na busca pela rapidez na informação a internet veio conflitar com os
demais meios que buscam se aperfeiçoar. cada vez mais. A TV ganhou
grande importância no quesito rapidez da informação. As revistas e
suas multifacetas também fazem o seu papel na segmentação mediática.
Jornalismo cultural, econômico político, diversão, esotérico, saúde e
muitos outros norteiam várias publicações e divulgações televisivas,
formando uma verdadeira sociedade da informação. O jornalismo
especializado, tem dado ao decorrer do tempo, uma grande contribuição
para a pesquisa científica e tecnológica, seja na área de saúde,
educação, economia, cultura, segurança pública. As publicações da
mídia especializada contribuem também com a disseminação dos
resultados de estudos de relevante importância para a humanidade. O
avanço da ciência e da tecnologia, bem como o crescente número
populacional, a dinâmica positiva da comunicação social, o
estreitamento das relações humanas, em face ao processo globalizado
requer cada vez mais o aperfeiçoamento das informações repassadas para
o público: maior interessado e alvo principal da busca pro uma melhor
qualidade de vida. As publicações especializadas a cada dia têm
melhorado a sua forma de cobertura, entretanto, em se tratando de
publicações científicas devem-se buscar todos os ângulos possíveis no
momento da elaboração dos trabalhos, vislumbrando sempre o melhor para
o ser humano. Tomando-se como base a publicação especializada ainda
observamos agendamentos de pautas que buscam principalmente o aumento
da visibilidade junto ao público. Muitas vezes em publicações sobre
violência, é focado somente o factual, o crime em si, deixando de lado
as suas implicações direta e indireta.

Diante de uma sociedade cada vez complexa, com suas diferenças
marcantes, não só regional, mas também global, as questões sociais são
mais abrangentes.

As melhorias alcançadas nos sistemas de informação e pesquisas, bem
como na qualidade dos estudos científicos e tecnológicos, compelem à
divulgação dos resultados a um trabalho bem mais coeso sobre o tema
abordado.

Assim sendo, o papel do jornalismo especializado tende a crescer cada
vez mais, sempre primando pela boa qualidade das informações e pela
sua contribuição efetiva na formação humana. Com isso, a ciência,
auxiliado por esta média tem oportunidade de encontrar as respostas
coerentes para questionamentos presentes no cotidiano das populações
da Terra.